Acordei com
uma puta dor no corpo, então me lembrei da noite passada, e descobri o motivo
por qual meu corpo se encontrava totalmente dolorido. Olhei para o
lado e Bieber não estava mais na cama.
Eu ainda
estava nua, avistei as roupas que eu vestia na noite passada e as coloquei.
Desci as
escadas e encontrei Justin na sala, ele estava jogado no sofá e falava com
alguém no celular, o escutei dizendo algo como “Hoje é o grande dia”, mais
assim que ele notou minha presença desligou o celular rapidamente.
- Tome isso.
- ele disse apontando pra mesa de centro onde havia um copo de água e uma
pílula.
- O que é
isso ? - perguntei confusa.
- Pra você
não engravidar, esqueceu que transamos sem camisinha ? - ele disse em um tom
grosso.
- Ah, é
verdade. - sorri sem graça pegando a pílula e a engolindo de uma vez só.
Eu queria
saber se ele tinha gostado da noite passada, queria saber se foi tão bom pra
ele quanto foi bom pra mim, queria saber se íamos manter contato, queria saber
como seria tudo depois da noite de ontem.
Ontem foi uma
noite especial para mim, não posso negar. Apesar de o meu orgulho gritar de um
lado, a minha curiosidade gritava mais alto ainda, tomei coragem e resolvi
perguntar.
- Justin. - o
chamei.
- Que foi ? -
ele disse frio.
- Sobre a
noite de ontem. - respirei fundo - Você gos… - antes que eu terminasse a frase,
ele me interrompeu.
- Sobre a
noite de ontem, não se preocupe, aquilo foi apenas sexo, nada mais ! - ele
disse de forma rude.
A única coisa
que eu conseguia pensar naquele momento era em pegar um táxi e voltar para
minha casa imediatamente.
- É isso
mesmo que eu pensei. - forcei um sorriso escondendo a confusão que havia se
formado dentro de mim - Até qualquer dia Bieber.
Saí daquela
enorme mansão, passei pelo jardim e peguei o primeiro táxi que passou.
Assim que
cheguei a minha casa, notei que ela estava vazia. Não havia nenhum sinal do meu
pai, nem mesmo de Maria, ela devia está descansando.
Fui direto
para o meu quarto. Preparei a banheira, me despi, em seguida tomei um longo
banho pra relaxar um pouco e tentar esquecer tudo o que tinha acontecido.
Saí do
banheiro enrolada na toalha, vesti um short jeans e uma blusa básica. Sequei
meu cabelo e o penteei para o lado, depois me joguei na cama.
E os
pensamentos vieram á tona.
Eu sou uma
idiota mesmo. Como eu pude ser tão burra ao ponto de me entregar ao um cara que
eu mal conheço ?
E aquelas
malditas palavras ecoavam em minha mente de um modo que me atormentava.
“aquilo foi
apenas sexo, nada mais!”
De repente
lágrimas já inundavam o meu rosto, e por mais que eu tentasse, não conseguia
conter o choro.
Sabia desde a
primeira vez que ele era um idiota, mais mesmo assim me deixei levar.
Eu me
arrependo, me arrependo desde a primeira trocas de olhares. Se eu pudesse
voltar no tempo e evitar que tudo isso acontecesse nesse momento eu não estaria
jogada na cama com o rosto inchado de tanto chorar por causa de um cara que não
vale nada.
Ele é
realmente um cara bipolar, não conseguia entender porque ele tinha me tratado
daquela forma hoje de manhã, totalmente frio e grosso.
A culpa é
toda minha, ele é só um cara que usa as vadias e depois as jogam fora, mais
acontece que eu não sou uma vadia e ele deveria saber disso.
Meu celular
começou a tocar, e a foto de Julie na tela denunciava que era ela. Eu não queria
falar com ninguém, não queria ver ninguém, só queria passar o dia inteiro
sozinha no meu quarto pensando na grande burrada que eu fiz.
Mais acontece
que Julie é minha amiga, e ela não tem nada haver com toda essa situação.
- Alô. -
atendi a ligação tentando soar o mais normal possível.
- Até que em
fim me atendeu, eu estava preocupada, seu pai me ligou ontem dizendo que vocês
tinham discutido e você saiu de casa com raiva e não voltou mais. Você está bem
? Já está em casa ?
- Sim, eu
estou. - bufei - Podemos mudar de assunto ?
- Claro,
temos um racha para ir hoje à noite, posso ir me arrumar aí ?
- Eu não
estou com vontade de sair hoje. - disse desanimada.
- Você sempre
está, o que aconteceu ? - ela fez uma pausa - É você mesma que sempre diz que
sair para se divertir é a melhor opção para se livrar dos problemas. Eu
realmente não estou te entendendo !
- Só não
estou com ânimo hoje. - disse fungando e limpando algumas lágrimas.
- Amy, você
está chorando, eu não acredito, o que aconteceu ?
- Muitas coisas,
eu não quero falar sobre isso.
- Então me
responda só uma coisa. - ela suspirou - Onde você passou a noite ?
- Na casa do
Bieber. - sussurrei.
- O garoto da
festa ? - ela quase gritou no telefone.
- Parece que
sim.
- Oh meu
Deus, eu já entendi tudo, foi ele, não foi ?
- Não foi
ele. - disse rápido.
- É claro que
foi Amy, não tente me enganar, eu te conheço muito bem. Você não ficaria assim
por causa do seu pai.
- Podemos
esquecer esse assunto ? - perguntei manhosa.
- Só se você
me prometer uma coisa.
- O que ?
- Nós vamos
juntas no racha de hoje e você vai esquecer tudo isso, e vai se divertir muito.
Promete ?
- Eu não.. -
ela me interrompeu.
- Nós vamos e
fim de papo !
- Tá, você
venceu. - disse bufando.
- Mais tarde
estou aí, trate de se animar logo.
- Julie,
melhor eu me arrumar aí, você sabe, as coisas aqui não andam nada bem.
- Tudo bem,
até mais. Beijos.
- Beijos.
Realmente não
valia nem um pouco a pena ficar trancada o dia inteiro no quarto enquanto eu
poderia estar me divertindo.
- Licença. - Maria
disse entrando no quarto - o Sr. Taylor está lá em baixo te esperando.
- Obrigada
Maria, diga a ele que já estou descendo. - ela assentiu e deixou o quarto.
Mesmo sabendo
da paixão de Taylor por mim, respirei fundo e desci aquelas escadas decidida a esquecer
disso e trata-lo como o meu velho e bom amigo de sempre.
- Taylor. -
disse pulando em cima dele.
- Oi pequena.
- ele sorriu largo. - Que bom que já está em casa.
- Eu cheguei
há pouco tempo.
- Não quero
que faça isso nunca mais. - ele disse me repreendendo.
- Virou meu
pai agora ? - disse o ironizando.
- Estou
falando sério. - ele abriu os braços em minha direção. - Agora vem aqui e me dá
um abraço. - eu o abracei forte.
É incrível
como a companhia de Taylor me faz bem. Quando estou com ele parece que todos os
problemas desaparecem.
- Então, o
que vamos fazer hoje ? - ele perguntou.
- Shopping ?
- sugeri.
- Pode ser,
você quem manda. - ele disse fitando a piscina.
- Quer entrar
? - disse apontando para a piscina. - Podemos ir ao shopping outro dia.
- Você leu
meus pensamentos ? - ele perguntou rindo.
- Claro, eu
sou um gênio. - disse me gabando. - Vou trocar de roupa, já volto.
Fui para o
meu quarto, vesti um biquíni preto, peguei minha câmera e desci para o jardim.
- Maria ? - a
gritei.
- Oi Amy, deseja
alguma coisa ? - ela perguntou.
- Tira uma
foto nossa, por favor. - disse a entregando a câmera.
Eu e Taylor
paramos a beira da piscina, eu subi em suas costas e posamos para a foto.
- Obrigada
Maria. Guarda-a pra mim, por favor.
Maria
assentiu voltando para o interior da casa e antes que eu pudesse descer das
costas de Taylor, ele saiu correndo comigo pelo jardim.
- Me bota no
chão. - eu gritava - Por favor.
- Preparada ?
- perguntou ele e antes que eu pudesse responder alguma coisa, Taylor saiu
correndo dando um pulo na piscina me levando junto.
- Você é
louco ? - gritei rindo. - Não era pra molhar meu cabelo.
- Ah qual é
Amy, não se preocupe. - ele fez uma pausa me encarando - Você ta linda, alias,
você é linda de qualquer jeito.
Pela primeira
vez os elogios de Taylor me deixaram envergonhada.
- Obrigada. -
disse bagunçando seu cabelo. - Você também é lindo ! - depositei um beijo em
sua bochecha.
- Quer dizer
que você me acha lindo ? - ele disse levantando uma de suas sobrancelhas
- Bom, até
que você não é de se jogar fora.
- Como é que
é ? - ele disse me fazendo cócegas por alguns segundos.
Nós estávamos
tão próximos que eu podia sentir sua respiração, de repente nossos olhares se
encontraram de uma forma diferente, não como amigos. Ficamos nos encarando por
algum tempo. Taylor pôs uma de suas mãos em meu rosto e eu não recuei, ele ia
se aproximando lentamente. Eu estava paralisada, na verdade eu não sabia o que
fazer, eu não queria magoá-lo mais também não queria que ele criasse
esperanças.
- Queridos, o
lanche está pronto. - a voz de Maria nos surpreendeu. Ela estava parada na
beira da piscina.
Nos afastamos
imediatamente, e eu agradeci mentalmente a Maria de todas as formas possíveis
por ela ter chego justamente naquele momento.
- Desculpa. -
Taylor disse meio sem jeito.
- Esquece
isso, vamos lanchar. - disse saindo da piscina e indo em direção à cozinha,
Taylor vinha logo atrás.
(...)
Tinha passado
o dia inteiro com Taylor, já tinha anoitecido e eu tinha que ir pra casa de
Julie.
- Vá logo
pegar suas coisas, eu te deixo lá. - Taylor disse
- Não
precisa, eu pego um táxi.
- De jeito
nenhum. - ele fez sinal negativo com a cabeça. - Eu te deixo lá.
Tudo bem, vou
pegar minhas coisas e já venho.
Subi as
escadas e fui em direção ao meu quarto. Separei tudo que usaria e coloquei
dentro da minha bolsa.
Desci as
escadas e encontrei Taylor conversando com Maria na cozinha, eles riam e se
divertiam.
- To
começando a ficar com ciúmes. - falei rindo.
- Não
precisa, meu coração é todo seu. - Taylor disse rindo. - Vamos ?
- Vamos.
- Tchau
Maria. - disse me despedindo.
- Tchau
princesa, se divirta e juízo.
- Pode
deixar.
O carro de
Taylor já estava na garagem. Entramos e em seguida ele deu partida rumo á casa
de Julie.
Meu pai nem
apareceu em casa hoje, muito menos ligou para saber se eu já havia chegado.
Respirei fundo e tentei não me importar com isso.
Passar o dia
com Taylor me fez muito bem, ao contrário de hoje de manhã, agora eu já estava
muito animada e empolgada para sair e me divertir.
- Chegamos. -
Taylor disse parando o carro em frente à casa de Julie.
- Muito
obrigada pela carona. - disse saindo do carro.
- Não precisa
me agradecer.
- Me deixa
ir, acho que eu já estou atrasada.
- Qual o
destino de hoje ?
- Vai ter um
racha aqui perto, vamos ?
- Onde ?
- Duas ruas
depois da boate Sankeys.
- Tudo bem,
encontro vocês lá.
(...)
Já estava
quase terminando de me arrumar, optei por um short jeans que era desfiado nas
pontas, uma blusa branca de ombro caído e uma bota cano curto com um salto
baixo.
Assim que
terminamos de nos arrumar, pegamos um táxi e fomos em direção ao racha.
Estava
decidida que ninguém iria estragar meu dia hoje e que iria me divertir como
nunca.
Justin’s POV
Hoje é o
grande dia, ou melhor, a grande noite. O plano é perigoso, mais quando se fala
em perigo, é comigo mesmo.
- Porque não
me atende desde ontem ? Te liguei umas quinhentas vezes. - Ryan disse
exagerando.
- Porque eu
tinha visita, se é que me entende. - sorri maliciosamente.
- Desde
quando passou a dormir com vadias Bieber ?
- Que eu saiba,
eu não te devo satisfações nenhuma. - disse curto e grosso.
- Desculpa
chefe. - Ryan disse se rendendo - Não está mais aqui quem falou.
Os carros já
estão prontos, vamos ? - Chaz disse entrando no escritório.
Eu e Ryan
assentimos e fomos até a garagem. Chris já estava no seu carro.
Todos já
estavam posicionados nos seus devidos carros, então demos a partida.
Estávamos a
mais de 200km/h. Dirigir em alta velocidade é com a gente mesmo. Pra mim, tudo
que é proibido é melhor.
Finalmente
chegamos ao nosso destino. Enquanto Chris e Ryan vigiariam o lado de fora, eu e
Chaz limparíamos a Joalheria.
- Então,
vocês têm exatamente 10 minutos até o alarme ser acionado. - Chris disse. -
Assim
que entrarem na Joalheria, iniciem o cronômetro de vocês.
- Tudo bem. -
disse ajeitando a arma em minha cintura.
Entramos na
Joalheria e logo de cara já tinham dois seguranças, olhei para o Chaz e ele
entendeu o recado. Demos um tiro certeiro na cabeça deles usando uma arma
silenciadora.
Eu disse que
isso era arriscado por termos que dar conta de tantos seguranças e ainda por
cima cuidar das câmeras.
Seguimos por
um corredor que dava acesso á uma sala que continham as joias mais caras de
toda a Joalheria.
E como o
esperado, nessa sala a segurança estava mais reforçada.
Lancei uma bomba
de gás na sala, e em questões de segundos todos os seguranças haviam
desmaiados. Faltavam 7 minutos.
Pegamos todas
as joias que estavam naquela sala. Enquanto Chaz levava tudo que conseguimos
para o carro, eu dava conta de todas aquelas câmeras.
Em fim, tudo
havia dado certo, eu estava indo em direção à entrada quando ouvi o barulho
estrondoso do alarme. Olhei no cronômetro e ainda faltavam 2 minutos.
- Merda. -
bufei.
Certamente um
dos seguranças havia acordado e assim que percebeu o que estava acontecendo,
acionou o alarme.
Acelerei meu passo, e quando passei pela
entrada os corpos dos seguranças que eu e Ryan havíamos matado não estavam mais
ali, isso é coisa do Chris e do Ryan. Eles já haviam limpado toda a área do
crime, eles são rápidos.
Entramos em
nossos carros e seguimos em direção a minha casa. Parece que a sorte estava ao
nosso lado hoje, conseguimos dar a fuga antes de a polícia chegar.
Chegamos a
nossa casa, guardamos as joias no cofre do meu escritório, iríamos vendê-las
essa semana.
- Isso foi
muito fácil. - disse com um sorriso satisfatório.
- Isso pede
uma comemoração. - Chris disse.
- Boate
Sankeys - Ryan disse e Chaz concordou.
(...)
A boate já
estava cheia, a música estava agitada. Pedi uma mesa e o dono da boate disse
que hoje ficaria tudo por conta da casa.
Montei 3
carreiras de pó em cima da mesa e em
seguida aspirei aquilo tudo sentindo meu nariz arder um pouco.
Já havia três
vadias em cima de mim, elas dançavam e se esfregavam em mim. Eu estava adorando
aquilo até que começou uma grande confusão na pista de dança. Demorei a
perceber que Ryan estava no meio. Ele e um garoto estavam quase se matando.
Quando me
virei para olhar direito, um dos seguranças imobilizava Ryan enquanto o outro
se aproveitava da situação lhe acertando um soco na cara.
- Ah, isso
não vai ficar assim. - levantei com fúria, fazendo com que as vadias que
estavam em cima de mim, caíssem no chão. Fui em direção onde Ryan estava.
- Solta ele
agora. - ordenei para o segurança e ele me obedeceu.
Aqui todos os
seguranças tem medo de mim, porque eles sabem muito bem com quem estão lidando.
E eu tenho certeza que nenhum deles querem morrer tão cedo.
Olhei com
raiva para o menino que tinha acertado um soco em Ryan, ele notou meu olhar e
tentou me dar um soco. Só que comigo o negócio é diferente, antes que ele
pudesse me acertar um soco, eu o surpreendi com um soco no estômago, o fazendo
cair no chão e se contorcer de dor. Em seguida o segurei para que Ryan o
acertasse. Ryan se vingou dando vários socos e chutes no garoto, o garoto ficou
caído no chão, e nós fomos embora da boate já que arrumamos a maior confusão.
Chris e Chaz
foram embora.
- Porra você
só arranja merda. - disse irritado. - Era pra gente estar se divertindo.
- Foi ele
quem começou. - Ryan disse se defendendo.
- A gente mal
chegou. - bufei.
- Relaxa bro,
ta rolando um racha á exatamente duas ruas daqui. - disse Ryan.
Amy’s POV
Eu estava
curtindo muito, já tinha feito um monte de apostas com alguns meninos que
conheci, tínhamos apostado em qual carro iria ganhar, e eu sempre vencia.
Meu celular
apitou e eu pude visualizar uma mensagem de Taylor avisando que não poderia
mais vir para o racha, respondi a mensagem e guardei o celular no bolso.
- Amiga, você
promete pra mim que vai ficar aqui e vai curtir até o final ? - Julie perguntou
aflita.
- Porque
diabos você está me perguntando isso ? - perguntei confusa.
- Porque.. -
ela apontou em direção ao outro lado da pista. - parece que o Bieber acabou de
chegar.

Aaaaaah continuaaaaaaa ameiiii (:
ResponderExcluirContinua gat's amei rsrs'
ResponderExcluirEU SEI QUE É CHATO FAZER ISSO EM COMENTARIO, ME DESCULPA, MAIS TEM COMO DÁ UMA OLHADINHA NO MEU BLOG???
pudim3nutella.blogspot.com.br
Leitora nova u.u fic diva continua *--*
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