sábado, 28 de setembro de 2013

Forbidden Love - 7º capítulo



Abri os olhos lentamente, espreguicei-me e demorei a notar que eu não estava em meu quarto, na verdade eu não estava em minha casa.

Olhei no celular e eram 10 horas da manhã.

Estranhei o fato de o cheiro do Justin estar impregnado por todo o cômodo. Levantei-me e aos poucos fui percebendo que eu me encontrava no quarto dele.

A única coisa que eu me lembro da noite passada, depois de toda aquela confusão, é que a polícia estava chegando ao local, então todos começaram a correr feitos loucos, senti pessoas esbarrarem em mim. Lembro-me de ter caído no chão, depois não me lembro de mais nada.

Eu me encontrava na varanda do quarto olhando Justin conversar com um dos seguranças, me perguntei porque ele tinha que ter tantos seguranças em uma casa só. Fiquei o olhando por alguns segundos e ele olhou em minha direção e deu um sorriso.

Porque o filho da puta tem que ser tão bonito ?

Desviei o olhar e voltei para o quarto.

- Com licença. - uma senhora disse entrando no quarto. - O senhor Bieber me mandou trazer essa roupa para senhora. - ela disse colocando a roupa sobre a cama.

- Por favor, não me chame de senhora. Meu nome é Amy. - a olhei - e o seu nome, qual é ?

- Meu nome é Stacy, eu sou a empregada do senhor Bieber, se quiser algo é só pedir. - ela 
disse se retirando do quarto.

- Tudo bem, obrigada Stacy. - sorri simpática.

Fui para o banheiro, abri a torneira da banheira, e a deixei enchendo enquanto eu fazia um coque em meu cabelo. Entrei na banheira, relaxei e fiquei pensando em tudo o que anda acontecendo na minha vida ultimamente.

Eu queria tanto ter uma família unida, queria que minha mãe estivesse aqui comigo e com o meu pai, mais infelizmente nada na vida acontece como a gente quer.

Algumas lágrimas começaram a se formar no canto dos meus olhos.

Já havia meses em que eu não falava com a minha mãe, eu sinto falta de ter uma mãe por perto pra me dar colo, me dar conselhos, me repreender do modo certo quando eu estiver errada, será que é pedir muito querer uma família ?

Lembro-me de quando era pequena e tinha uma família feliz, sinto tantas saudades disso.

Terminei meu banho, enrolei-me na toalha, enxuguei as lágrimas e voltei ao quarto.

Eu ainda estava de toalha, quando Justin entrou no quarto.

- UAL. - ele disse me olhando dos pés a cabeça.

- Dá pra parar de me olhar assim ? - disse sentindo minhas bochechas corarem.

- Impossível. - ele riu.

- Como eu vim parar aqui ? - perguntei desviando a conversa.

- Ontem, eu encontrei você desacordada no meio da correria e a trouxe pra cá.

- Simples assim ? - o encarei. - Porque não me levou pra casa ?

- Você deveria me agradecer, quase que a polícia me pega. - ele riu. - Sabe, você pesa.

- Qual é, eu nem peso tanto assim. - disse rindo.

- Claro que não, imagina. - ele disse irônico.

- Da onde vieram essas roupas ? - disse apontando em direção as roupas em cima da cama.

- Eu comprei.

- Você mesmo que escolheu ? - disse surpresa.

- Sim, porque ?

- Você acertou em cheio, eu adorei essas roupas.

Ficamos em silêncio durante algum tempo.

- Justin ? - o chamei quebrando o silêncio.

- Fala.

- Porque fez tudo isso por mim ?

- Tudo isso o que ?

- Não se faça de bobo, você me ajudou ontem, me trouxe pra cá, comprou roupas pra mim, 
apesar disso ser estranho. - disse rindo.

- Olha o estado da roupa que você estava, fui obrigado a comprar outra.

- Obrigada, por tudo.

Ele assentiu e saiu do quarto.

Vesti um short jeans e uma blusa preta de ombro caído, soltei meu cabelo deixando as ondas caírem sobre os ombros, me ajeitei em frente ao espelho e em seguida desci as escadas rumo á cozinha.

Quando cheguei me deparei com uma mesa de café da manhã, a mesa estava linda, com muitas frutas, sucos, bolo, doces, tinha de tudo.

- A mesa está linda Stacy. - a elogiei.

- Obrigada Amy. - ela disse enquanto endireitava os últimos detalhes. - Já pode se servir.

- Onde está Justin ?

- Está no escritório.

- Vou esperar por ele.

- Não precisa, ele não gosta de tomar café da manhã na mesa.

- Mais hoje ele vai. - sorri e pisquei para Stacy que sorriu com o meu jeito.

Saí da cozinha, passei pela sala e avistei a enorme porta de correr do escritório de Justin, bati duas vezes e ele mandou entrar.

Ele estava sentado na cadeira junto a uma grande mesa que continha milhares de papéis. Ele parecia bem concentrado naquilo.

- Vamos tomar café da manhã. - eu disse o olhando mexer em um monte de papel

- Pode ir, eu vou pedir a Stacy que traga o meu.

- Eu quero que você tome café comigo na mesa.

- Desde quando você tem que querer alguma coisa ?

- O que aconteceu com o Justin legal de minutos atrás ?

- Esse Justin não existe mais há muito tempo.

Aproximei-me dele, ele acompanhava cada movimento meu.

- Eu sei que esse Justin existe mais você prefere esconder isso e se mostrar durão diante de tudo.

- O que você está falando ? Você nem me conhece direito.

- Mais adoraria conhecer. - disse me virando e saindo do escritório.

Voltei à mesa e me sentei.

Olhei tudo aquilo e lembrei-me dos cafés da manhã que eu tinha com os meus pais. 

Ultimamente isso anda me atormentando tanto.

Abaixei a cabeça tentando me livrar daqueles pensamentos.

- Você parece aflita. - Justin se se sentou à mesa. - Você está bem ?

- Desde quando você se importa com alguém ? - levantei a cabeça o encarando.

- Desde que esse alguém seja você.

- Nossa, que piada engraçada. - sorri sarcástica.

- Hey ! - ele riu. - Isso não foi uma piada.

- Tudo bem. - dei de ombros.

- Você parece triste.

- Realmente eu não estou bem. Pode ser legal comigo pelo menos hoje ?

- Vou tentar.

Justin tomou café da manhã comigo e por alguma razão eu me senti feliz com isso.

Meu celular tocou e eu fui até o jardim atender.

- Dá pra você parar de sumir assim ? Eu fico preocupado. - Taylor disse.

- Eu estou bem.

- Onde você está ?

- Estou na casa de um amigo, estou indo embora daqui a pouco.

- Assim que chegar me avisa.

- Ok.

Desliguei o celular, e fui até Justin que se divertia com as piadas que Stacy o contava.

- Justin, eu preciso ir embora.

(...)

- Eu estava mesmo te esperando. - meu disse quando eu pisei os pés na sala de casa.

- Onde você estava ?

- Na casa de Julie.

- Não minta pra mim Amy, onde você estava ? - ele perguntou calmo.

- Eu já disse, na casa da Amy.

- CHEGA DE MENTIRAS. - meu pai disse alterado. - ONDE VOCÊ ESTAVA ?

- Na casa do Justin.

- Justin ? - meu pai franziu a testa. - Quem é Justin ?

- Justin Bieber, um amigo.

- VOCÊ DISSE JUSTIN BIEBER ? - meu pai disse nervoso.

- Sim, qual o problema pai ? Ele é só um amigo.

- Eu te protegi durante todos esses anos e não consigo acreditar que isso esteja 
acontecendo.

- Do que você está falando ? O que está acontecendo ?

- Filha, olha pra mim. - ele suspirou. - Eu quero você longe desse cara !

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Forbidden Love - 6º capítulo



Quando olhei em direção ao outro lado da pista e avistei Justin, meu coração começou a palpitar de uma forma tão intensa que parecia que a qualquer momento iria explodir, Justin estava com uma regata branca que deixava seus músculos e suas tatuagens à mostra, um boné preto e segurava um cigarro em uma de suas mãos que o deixava exageradamente sexy, abri um sorriso o vendo.

Então me lembrei da noite passada. Meu sorriso se desfez imediatamente e tudo o que eu conseguia sentir era ódio.

Queria ir embora daquele lugar mais prometi à Julie que iria ficar até o fim, e eu não quebraria minha promessa. Voltamos a dançar e nós estávamos nos divertindo muito.

Neithan, um dos garotos com quem eu tinha feito algumas apostas se aproximou de mim.

- Parece que vai começar mais uma corrida. - ele disse olhando em direção à pista.

- Parece que sim. - disse empolgada.

- Então, ainda quer fazer algumas apostas ?

- Você está brincando ? É claro que eu quero.

- Eu aposto no carro azul, ele parece ser bem mais potente que o outro.

- Às vezes as aparências enganam, eu aposto no carro de oncinha. - disse firme.

- Que carro feio. - ele disse fazendo uma careta que me fez rir.

- Feio ? - disse o encarando. - Esse carro é lindo.

- Acho que dessa vez você vai perder.

- Eu estou ganhando desde que cheguei aqui. - disse me gabando.

- O raio não cai sempre no mesmo lugar. - ele disse rindo.

- Mais eu confio no meu taco. - disse com um sorriso sarcástico.

Seguimos até o final da pista onde iríamos esperar os carros.

Todos faziam suas apostas e esperavam ansiosamente o resultado.

Os carros já estavam posicionados em seus devidos lugares esperando somente pelo sinal da largada.

A contagem regressiva começou e depois de 3 segundos os carros já estavam em uma velocidade fora do normal.

O azul saiu na frente e o outro carro ficou pra trás.

Eles já estavam na metade do caminho e o carro que eu apostei ainda se encontrava por último.

- Parece que dessa eu que vou ganhar a aposta. - Neithan disse debochado.

- A corrida ainda não terminou.

- Falta muito pouco, o outro carro já era.

O carro azul já estava chegando ao seu limite final, quando o outro acelerou e fez uma curva perfeita o fechando, chegando em 1° lugar.

Enquanto eu vibrava, Neithan me olhava frustrado.

- É, acho que não foi dessa vez. - disse piscando o olho para Neithan e em seguida me virando para o meio da pista.

Fui até o dono do carro parabenizá-lo pela sua grande chegada triunfal.

- Ual ! - disse batendo palmas.

- Que foi ? - ele disse sério.

- Parabéns, isso foi demais !

- Obrigada. - um sorriso se formou em seus lábios.

- Seu carro é lindo. - disse enquanto analisava o carro o admirando. - Mais que tipo de homem tem um carro de oncinha ? - falei rindo.

- Na verdade, esse carro não é meu.

- Ah, mais é claro que não. - fiz uma breve pausa. - Namorada ? - palpitei.

- Na verdade esse carro é de um amigo. - ele disse rindo.

- Me desculpe mais seu amigo é um viadinho. - disse de forma engraçada lhe arrancando um sorriso.

- Então, já que estamos aqui. - ele disse mudando de assunto. - Que tal uma rodada de bebidas ? Tudo por minha conta.

- Meu pai sempre me diz para não aceitar nada de estranhos, sabia ? - perguntei rindo.

- Sou Ryan. Agora que já sabe meu nome, não sou mais um estranho. - ele disse me fazendo rir.

- Tudo bem Ryan, você venceu.

Ele saiu e minutos depois voltou com algumas bebidas.

- Então.. - ele disse abrindo uma lata de cerveja. - o que faz aqui sozinha em um racha ?

- Na verdade, eu não estou sozinha, minha amiga está em algum lugar por aí.

- Merda. - ele bufou. - Meu celular está tocando, eu vou a algum lugar menos barulhento para atender. Já volto.

Ryan saiu e eu fiquei sozinha, Julie já tinha desparecido á algum tempo.

Ryan estava demorando e eu fui dar uma volta.

Já se passavam das 2hr da manhã e o lugar ficava cada vez mais cheio. Os rachas não paravam por um segundo sequer. Todos se divertiam e eu admirava as corridas enquanto degustava da minha cerveja.

Senti alguém me abraçando por trás, imaginei que fosse Taylor.

- Seu bobo, pensei que não viria mais. - disse me virando e encontrando o que eu menos queria. - J-Justin ?

- Porque a surpresa em me ver ? - ele disse sarcástico. - Estava com saudades ?

- SAI DE PERTO DE MIM. - disse depositando minhas duas mãos em seu peito o empurrando com toda a força que eu tinha.

- Shhhh.. - ele disse colocando seu dedo indicador na minha boca me calando.

Seus olhos já estavam fixos nos meus e por mais que eu tentasse lutar contra aquilo, eu jamais conseguiria.

Por mais que eu não queira, ele tem o controle total sobre mim, basta um toque para uma 
porção de adrenalina percorrer por todas as minhas veias fazendo todo o meu corpo se arrepiar.

Justin ficou me encarando por alguns segundos e dessa vez eu quem tomei a iniciativa e o beijei, grudei meus lábios no seu e ele abriu a boca dando passagem para que nossas línguas se encontrassem. Não era um beijo calmo, era um beijo agressivo e bruto, era como se ambos estivessem precisando daquilo. Justin pôs uma de suas mãos em minha coxa a apertando com força me fazendo estremecer. Agarrei minhas mãos em sua nuca o puxando para mais perto.

Eu lutava para não fazer aquilo enquanto meu coração dizia que era pra seguir em frente.
Minha mente estava completamente confusa. Eu sabia que eu estava sendo uma tola mais ao mesmo tempo era o que eu mais queria no momento.

Parei de beijar Justin e me afastei, ele me olhou confuso e logo entendeu que eu estava saindo fora. E antes que eu pudesse dar mais algum passo, Justin me segurou pelo braço com força me fazendo dar um grito de dor. Eu tentava me livrar dele de todas as maneiras, mais acontece que minha força é totalmente inferior à dele, ele é muito mais forte que eu.
Ele sabia que estava me machucando e mesmo assim continuava a me segurar pelo braço cada vez mais forte.

- Você está me machucando. - disse com raiva. - Me solta.

- Claro, mas antes você vai terminar o seu serviço. - ele mantinha um sorriso diabólico.

- Você é louco. - disse o encarando com ódio.

- Seja boazinha Amy, sabemos bem o quanto você quer isso.

- Eu não quero absolutamente nada.

Antes que ele pudesse falar alguma coisa, eu acertei um chute certeiro em seu membro o fazendo gemer de dor. Ele me soltou e eu saí dali rapidamente antes que ele se recuperasse. 

Eu não sabia do que ele era capaz.

Saí da multidão dando de cara com Ryan.

- Amy, eu estava te procurando por todos os lados. - Ryan disse.

- Me desculpe, você estava demorando, então fui dar uma volta.

- Você parece tensa, aconteceu algo ? - Ryan perguntou parecendo preocupado.

- Impressão sua. - disse disfarçando com um sorriso.

- Que tal participar de um racha comigo ?

- Você vai me levar ?  - disse surpresa.

- Sim. - ele disse empolgado. - Você topa ?

- Mais é claro !

Justin’s POV

A vadia tinha dado um soco certeiro em meu membro, aquilo me deixou puto. Quando me recuperei e fui atrás delas não a encontrei mais.

E quando eu achava que não podia piorar, a vadia da Sarah me aparece de novo. Ela estava atrás de mim desde que eu tinha chegado.

- Olá Bieber. - ela disse provocante.

- Oi. - disse grosso.

- Adoro esse seu jeito grosseiro. - ela sussurrou em meu ouvido.

Ignorei seu comentário e continuei andando, mais a vadia me seguia por todo o tempo. Ela finge que tem uma queda por mim só por causa da minha grana, ela pensa que eu sou otário.

- Porra o que você quer ? - disse parando e me virando para ela.

- Você. - ela disse passando sua mão pelo meu abdômen.

Estava na hora dela aprender uma lição. Ryan estava usando o meu carro no racha, então peguei o seu e dirigi por algumas ruas com a vadia.

Assim que parei o carro, nós estávamos em um rua totalmente escura e longe do centro da cidade, onde acontecia o racha.

-Desce. - ordenei e ela me obedeceu.

Saí do carro e encostei-me no capô do mesmo.

- Tira a roupa. - disse pra ela.

- O que vai fazer ? - ela perguntou curiosa, tirando todas as peças de roupas ficando seminua.

- Você não quer que eu te foda vadia ?

Ela assentiu com a cabeça mantendo um sorriso malicioso em seus lábios.

Arriei minhas calças deixando meu membro totalmente de fora, olhei-a e ela entendeu o que tinha que fazer.

Ela se abaixou entre as minhas pernas ficando de joelhos, em seguida depositou uma de suas mãos em meu membro fazendo movimentos de vai e vem.

Ao mesmo tempo em que ela abocanhava meu membro, suas mãos me masturbavam, eu estava adorando aquilo mais minha missão era somente dar uma lição na vadia.

Quando estava prestes a gozar, a vadia abriu a boca e eu depositei todo o meu líquido no rosto dela.

Subi minhas calças, catei as roupas da Sarah e as joguei no carro. Ela me olhou confusa, mais não percebeu o que eu iria fazer.

- Você fez uma brincadeira comigo. - disse malicioso. - Agora é minha vez.

Meus dedos tocaram sua intimidade de modo agressivo, fazendo pequenos movimentos circulares. Ela se contorcia de prazer e isso me deixava cada vez mais orgulhoso.

- Me fode logo Bieber. - ela implorava.

- Repete vadia. - disse puxando seus cabelos.

- Me f-fode Bieber. - ela gemia de prazer.

- Quem sabe da próxima vez. - disse me afastando dela e entrando no carro e antes que ela pudesse esbanjar alguma reação eu dei partida a deixando completamente nua ali no meio da rua.

(...)

Estava dirigindo feito louco pelas ruas da Califórnia.

Voltei ao racha novamente, estacionei o carro de Ryan e quando desci do carro me deparei com uma cena nada agradável.

Amy’s POV

Depois que consegui fugir de Justin, eu não tinha o encontrado mais e aquilo me deixou aliviada.

Ryan tinha participado de um racha e como o combinado, eu fui junta.

A experiência de estar em um carro a mais de 260km/h é muito boa, a cada curva que o carro dava eu sentia um frio na barriga mais era uma sensação maravilhosa.

No começo da corrida Ryan deixou que o adversário pensasse que estava na vantagem, o caminho todo foi assim, o adversário na frente e eu e Ryan atrás.

No final, Ryan acelerou o carro no máximo e quando eu menos esperava, Ryan surpreendeu a todos dando uma curva brusca ultrapassando o adversário vencendo a corrida.

(...)

Eu estava encostada no carro de Ryan e ele se encontrava na minha frente.

Ryan pôs uma de suas mãos em minha cintura e eu sorri sem graça. Ele estava a centímetros da minha boca e quando ele ia me beijar, foi surpreendido por um soco que o fez cair no chão.

De repente vi Justin, a raiva e ódio eram expressos em seus olhos.

- Porque você fez isso ? - perguntei. Eu estava furiosa.

- Justin, você ta louco bro ? - Ryan perguntava enquanto limpava o sangue que escorrida do seu nariz.

- Vocês se conhecem ? - eu estava realmente surpresa.

- Esse idiota é meu amigo. - Ryan disse me deixando mais surpresa ainda.

- Amigo ? - Justin disse nervoso se preparando pra mais um soco quando eu entrei na frente o impedindo.

- CHEGA ! - gritei. - alguém pode me explicar o que ta acontecendo ? - perguntei olhando diretamente para Justin.

- Sai de perto dela Ryan. - Justin disse autoritário.

- Desculpa por tudo isso Amy. - Ryan disse envergonhado.

- Não há porque pedir desculpas. - disse o acalmando.

- Licença. - ele disse se levantando e indo embora com Justin.

Eu tentava de todas as maneiras buscar pelo menos uma resposta para o que tinha acabado de acontecer e minha mente estava completamente confusa.

Justin’s POV

Acho que fui longe demais, mais eu não consegui me controlar quando vi aquela cena. Os dois estavam encostados no meu carro, eles riam e pareciam se divertir muito, eles pareciam um casal feliz e aquilo me deixou com muita raiva, quando vi Ryan se aproximar não contive meus impulsos, acertei-lhe um soco o fazendo cair no chão.

Amy me olhava assustada e eu não sabia o que dizer. Minha intenção não era assustá-la.
Ryan me olhou e eu percebi que ele queria conversar comigo a sós. Saímos de perto de Amy a deixando totalmente confusa com o que tinha acabado de acontecer.

- Precisava disso Justin ? - Ryan disse furioso limpando o sangue que ainda escorria pelo seu nariz. - Alias, o que ta acontecendo ?

Permaneci em silêncio, na verdade nem eu sabia porque tinha agido daquela forma.

- Dá pra me responder ? - Ryan disse extremamente nervoso.

- Eu só queria protegê-la. - disse entre os dentes.

- Protegê-la do seu melhor amigo ? - ele fez uma breve pausa. - E desde quando você protege alguém Justin ? Conta outra.- ele permaneceu quieto por alguns segundos. - Eu acho que eu já entendi tudo.

- O que ? - perguntei curioso.

- Foi com ela que você passou a noite. - ele me encarou - acertei ? - ele perguntou com ironia. 
- Mais desde quando você se importa com alguém ?

Ryan sabia muito bem que foi com ela que eu tinha passado a noite, ele não era bobo e ele me conhecia.

- Eu não te devo satisfações. - disse grosso.

- Até que eu gostei dela, mais acabei de descobrir que é só mais uma vadia que vai pra cama com qualquer um. - Ryan disse indo embora.


- Ela não é uma vadia qualquer. - murmurei.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Forbidden Love - 5º capítulo.



Acordei com uma puta dor no corpo, então me lembrei da noite passada, e descobri o motivo por qual meu corpo se encontrava totalmente dolorido. Olhei para o lado e Bieber não estava mais na cama.

Eu ainda estava nua, avistei as roupas que eu vestia na noite passada e as coloquei.

Desci as escadas e encontrei Justin na sala, ele estava jogado no sofá e falava com alguém no celular, o escutei dizendo algo como “Hoje é o grande dia”, mais assim que ele notou minha presença desligou o celular rapidamente.

- Tome isso. - ele disse apontando pra mesa de centro onde havia um copo de água e uma pílula.

- O que é isso ? - perguntei confusa.

- Pra você não engravidar, esqueceu que transamos sem camisinha ? - ele disse em um tom grosso.

- Ah, é verdade. - sorri sem graça pegando a pílula e a engolindo de uma vez só.

Eu queria saber se ele tinha gostado da noite passada, queria saber se foi tão bom pra ele quanto foi bom pra mim, queria saber se íamos manter contato, queria saber como seria tudo depois da noite de ontem.

Ontem foi uma noite especial para mim, não posso negar. Apesar de o meu orgulho gritar de um lado, a minha curiosidade gritava mais alto ainda, tomei coragem e resolvi perguntar.

- Justin. - o chamei.

- Que foi ? - ele disse frio.

- Sobre a noite de ontem. - respirei fundo - Você gos… - antes que eu terminasse a frase, ele me interrompeu.

- Sobre a noite de ontem, não se preocupe, aquilo foi apenas sexo, nada mais ! - ele disse de forma rude.

A única coisa que eu conseguia pensar naquele momento era em pegar um táxi e voltar para minha casa imediatamente.

- É isso mesmo que eu pensei. - forcei um sorriso escondendo a confusão que havia se formado dentro de mim - Até qualquer dia Bieber.

Saí daquela enorme mansão, passei pelo jardim e peguei o primeiro táxi que passou.

Assim que cheguei a minha casa, notei que ela estava vazia. Não havia nenhum sinal do meu pai, nem mesmo de Maria, ela devia está descansando.

Fui direto para o meu quarto. Preparei a banheira, me despi, em seguida tomei um longo banho pra relaxar um pouco e tentar esquecer tudo o que tinha acontecido.

Saí do banheiro enrolada na toalha, vesti um short jeans e uma blusa básica. Sequei meu cabelo e o penteei para o lado, depois me joguei na cama.

E os pensamentos vieram á tona.

Eu sou uma idiota mesmo. Como eu pude ser tão burra ao ponto de me entregar ao um cara que eu mal conheço ?

E aquelas malditas palavras ecoavam em minha mente de um modo que me atormentava.
“aquilo foi apenas sexo, nada mais!”

De repente lágrimas já inundavam o meu rosto, e por mais que eu tentasse, não conseguia conter o choro.

Sabia desde a primeira vez que ele era um idiota, mais mesmo assim me deixei levar.

Eu me arrependo, me arrependo desde a primeira trocas de olhares. Se eu pudesse voltar no tempo e evitar que tudo isso acontecesse nesse momento eu não estaria jogada na cama com o rosto inchado de tanto chorar por causa de um cara que não vale nada.

Ele é realmente um cara bipolar, não conseguia entender porque ele tinha me tratado daquela forma hoje de manhã, totalmente frio e grosso.

A culpa é toda minha, ele é só um cara que usa as vadias e depois as jogam fora, mais acontece que eu não sou uma vadia e ele deveria saber disso.

Meu celular começou a tocar, e a foto de Julie na tela denunciava que era ela. Eu não queria falar com ninguém, não queria ver ninguém, só queria passar o dia inteiro sozinha no meu quarto pensando na grande burrada que eu fiz.

Mais acontece que Julie é minha amiga, e ela não tem nada haver com toda essa situação.

- Alô. - atendi a ligação tentando soar o mais normal possível.

- Até que em fim me atendeu, eu estava preocupada, seu pai me ligou ontem dizendo que vocês tinham discutido e você saiu de casa com raiva e não voltou mais. Você está bem ? Já está em casa ?

- Sim, eu estou. - bufei - Podemos mudar de assunto ?

- Claro, temos um racha para ir hoje à noite, posso ir me arrumar aí ?

- Eu não estou com vontade de sair hoje. - disse desanimada.

- Você sempre está, o que aconteceu ? - ela fez uma pausa - É você mesma que sempre diz que sair para se divertir é a melhor opção para se livrar dos problemas. Eu realmente não estou te entendendo !

- Só não estou com ânimo hoje. - disse fungando e limpando algumas lágrimas.

- Amy, você está chorando, eu não acredito, o que aconteceu ?

- Muitas coisas, eu não quero falar sobre isso.

- Então me responda só uma coisa. - ela suspirou - Onde você passou a noite ?

- Na casa do Bieber. - sussurrei.

- O garoto da festa ? - ela quase gritou no telefone.

- Parece que sim.

- Oh meu Deus, eu já entendi tudo, foi ele, não foi ?

- Não foi ele. - disse rápido.

- É claro que foi Amy, não tente me enganar, eu te conheço muito bem. Você não ficaria assim por causa do seu pai.

- Podemos esquecer esse assunto ? - perguntei manhosa.

- Só se você me prometer uma coisa.

- O que ?

- Nós vamos juntas no racha de hoje e você vai esquecer tudo isso, e vai se divertir muito. 
Promete ?

- Eu não.. - ela me interrompeu.

- Nós vamos e fim de papo !

- Tá, você venceu. - disse bufando.

- Mais tarde estou aí, trate de se animar logo.

- Julie, melhor eu me arrumar aí, você sabe, as coisas aqui não andam nada bem.

- Tudo bem, até mais. Beijos.

- Beijos.

Realmente não valia nem um pouco a pena ficar trancada o dia inteiro no quarto enquanto eu poderia estar me divertindo.

- Licença. - Maria disse entrando no quarto - o Sr. Taylor está lá em baixo te esperando.

- Obrigada Maria, diga a ele que já estou descendo. - ela assentiu e deixou o quarto.

Mesmo sabendo da paixão de Taylor por mim, respirei fundo e desci aquelas escadas decidida a esquecer disso e trata-lo como o meu velho e bom amigo de sempre.

- Taylor. - disse pulando em cima dele.

- Oi pequena. - ele sorriu largo. - Que bom que já está em casa.

- Eu cheguei há pouco tempo.

- Não quero que faça isso nunca mais. - ele disse me repreendendo.

- Virou meu pai agora ? - disse o ironizando.

- Estou falando sério. - ele abriu os braços em minha direção. - Agora vem aqui e me dá um abraço. - eu o abracei forte.

É incrível como a companhia de Taylor me faz bem. Quando estou com ele parece que todos os problemas desaparecem.

- Então, o que vamos fazer hoje ? - ele perguntou.

- Shopping ? - sugeri.

- Pode ser, você quem manda. - ele disse fitando a piscina.

- Quer entrar ? - disse apontando para a piscina. - Podemos ir ao shopping outro dia.

- Você leu meus pensamentos ? - ele perguntou rindo.

- Claro, eu sou um gênio. - disse me gabando. - Vou trocar de roupa, já volto.

Fui para o meu quarto, vesti um biquíni preto, peguei minha câmera e desci para o jardim.

- Maria ? - a gritei.

- Oi Amy, deseja alguma coisa ? - ela perguntou.

- Tira uma foto nossa, por favor. - disse a entregando a câmera.

Eu e Taylor paramos a beira da piscina, eu subi em suas costas e posamos para a foto.

- Obrigada Maria. Guarda-a pra mim, por favor.

Maria assentiu voltando para o interior da casa e antes que eu pudesse descer das costas de Taylor, ele saiu correndo comigo pelo jardim.

- Me bota no chão. - eu gritava - Por favor.

- Preparada ? - perguntou ele e antes que eu pudesse responder alguma coisa, Taylor saiu correndo dando um pulo na piscina me levando junto.

- Você é louco ? - gritei rindo. - Não era pra molhar meu cabelo.

- Ah qual é Amy, não se preocupe. - ele fez uma pausa me encarando - Você ta linda, alias, você é linda de qualquer jeito.

Pela primeira vez os elogios de Taylor me deixaram envergonhada.

- Obrigada. - disse bagunçando seu cabelo. - Você também é lindo ! - depositei um beijo em sua bochecha.

- Quer dizer que você me acha lindo ? - ele disse levantando uma de suas sobrancelhas

- Bom, até que você não é de se jogar fora.

- Como é que é ? - ele disse me fazendo cócegas por alguns segundos.

Nós estávamos tão próximos que eu podia sentir sua respiração, de repente nossos olhares se encontraram de uma forma diferente, não como amigos. Ficamos nos encarando por algum tempo. Taylor pôs uma de suas mãos em meu rosto e eu não recuei, ele ia se aproximando lentamente. Eu estava paralisada, na verdade eu não sabia o que fazer, eu não queria magoá-lo mais também não queria que ele criasse esperanças.

- Queridos, o lanche está pronto. - a voz de Maria nos surpreendeu. Ela estava parada na beira da piscina.

Nos afastamos imediatamente, e eu agradeci mentalmente a Maria de todas as formas possíveis por ela ter chego justamente naquele momento.

- Desculpa. - Taylor disse meio sem jeito.

- Esquece isso, vamos lanchar. - disse saindo da piscina e indo em direção à cozinha, Taylor vinha logo atrás.

(...)
Tinha passado o dia inteiro com Taylor, já tinha anoitecido e eu tinha que ir pra casa de Julie.

- Vá logo pegar suas coisas, eu te deixo lá. - Taylor disse

- Não precisa, eu pego um táxi.

- De jeito nenhum. - ele fez sinal negativo com a cabeça. - Eu te deixo lá.

Tudo bem, vou pegar minhas coisas e já venho.

Subi as escadas e fui em direção ao meu quarto. Separei tudo que usaria e coloquei dentro da minha bolsa.

Desci as escadas e encontrei Taylor conversando com Maria na cozinha, eles riam e se divertiam.

- To começando a ficar com ciúmes. - falei rindo.

- Não precisa, meu coração é todo seu. - Taylor disse rindo. - Vamos ?

- Vamos.

- Tchau Maria. - disse me despedindo.

- Tchau princesa, se divirta e juízo.

- Pode deixar.

O carro de Taylor já estava na garagem. Entramos e em seguida ele deu partida rumo á casa de Julie.

Meu pai nem apareceu em casa hoje, muito menos ligou para saber se eu já havia chegado. 

Respirei fundo e tentei não me importar com isso.

Passar o dia com Taylor me fez muito bem, ao contrário de hoje de manhã, agora eu já estava muito animada e empolgada para sair e me divertir.

- Chegamos. - Taylor disse parando o carro em frente à casa de Julie.

- Muito obrigada pela carona. - disse saindo do carro.

- Não precisa me agradecer.

- Me deixa ir, acho que eu já estou atrasada.

- Qual o destino de hoje ? 

- Vai ter um racha aqui perto, vamos ?

- Onde ?

- Duas ruas depois da boate Sankeys.

- Tudo bem, encontro vocês lá.

(...)
Já estava quase terminando de me arrumar, optei por um short jeans que era desfiado nas pontas, uma blusa branca de ombro caído e uma bota cano curto com um salto baixo.

Assim que terminamos de nos arrumar, pegamos um táxi e fomos em direção ao racha.

Estava decidida que ninguém iria estragar meu dia hoje e que iria me divertir como nunca.

Justin’s POV

Hoje é o grande dia, ou melhor, a grande noite. O plano é perigoso, mais quando se fala em perigo, é comigo mesmo.

- Porque não me atende desde ontem ? Te liguei umas quinhentas vezes. - Ryan disse exagerando.

- Porque eu tinha visita, se é que me entende. - sorri maliciosamente.

- Desde quando passou a dormir com vadias Bieber ?

- Que eu saiba, eu não te devo satisfações nenhuma. - disse curto e grosso.

- Desculpa chefe. - Ryan disse se rendendo - Não está mais aqui quem falou.

Os carros já estão prontos, vamos ? - Chaz disse entrando no escritório.

Eu e Ryan assentimos e fomos até a garagem. Chris já estava no seu carro.

Todos já estavam posicionados nos seus devidos carros, então demos a partida.

Estávamos a mais de 200km/h. Dirigir em alta velocidade é com a gente mesmo. Pra mim, tudo que é proibido é melhor.

Finalmente chegamos ao nosso destino. Enquanto Chris e Ryan vigiariam o lado de fora, eu e Chaz limparíamos a Joalheria.

- Então, vocês têm exatamente 10 minutos até o alarme ser acionado. - Chris disse. - Assim 
que entrarem na Joalheria, iniciem o cronômetro de vocês.

- Tudo bem. - disse ajeitando a arma em minha cintura.

Entramos na Joalheria e logo de cara já tinham dois seguranças, olhei para o Chaz e ele entendeu o recado. Demos um tiro certeiro na cabeça deles usando uma arma silenciadora.

Eu disse que isso era arriscado por termos que dar conta de tantos seguranças e ainda por cima cuidar das câmeras.

Seguimos por um corredor que dava acesso á uma sala que continham as joias mais caras de toda a Joalheria.

E como o esperado, nessa sala a segurança estava mais reforçada.

Lancei uma bomba de gás na sala, e em questões de segundos todos os seguranças haviam desmaiados. Faltavam 7 minutos.

Pegamos todas as joias que estavam naquela sala. Enquanto Chaz levava tudo que conseguimos para o carro, eu dava conta de todas aquelas câmeras.

Em fim, tudo havia dado certo, eu estava indo em direção à entrada quando ouvi o barulho estrondoso do alarme. Olhei no cronômetro e ainda faltavam 2 minutos.

- Merda. - bufei.

Certamente um dos seguranças havia acordado e assim que percebeu o que estava acontecendo, acionou o alarme.

 Acelerei meu passo, e quando passei pela entrada os corpos dos seguranças que eu e Ryan havíamos matado não estavam mais ali, isso é coisa do Chris e do Ryan. Eles já haviam limpado toda a área do crime, eles são rápidos.

Entramos em nossos carros e seguimos em direção a minha casa. Parece que a sorte estava ao nosso lado hoje, conseguimos dar a fuga antes de a polícia chegar.

Chegamos a nossa casa, guardamos as joias no cofre do meu escritório, iríamos vendê-las essa semana.

- Isso foi muito fácil. - disse com um sorriso satisfatório.

- Isso pede uma comemoração. - Chris disse.

- Boate Sankeys - Ryan disse e Chaz concordou.

(...)

A boate já estava cheia, a música estava agitada. Pedi uma mesa e o dono da boate disse que hoje ficaria tudo por conta da casa.

Montei 3 carreiras de  pó em cima da mesa e em seguida aspirei aquilo tudo sentindo meu nariz arder um pouco.

Já havia três vadias em cima de mim, elas dançavam e se esfregavam em mim. Eu estava adorando aquilo até que começou uma grande confusão na pista de dança. Demorei a perceber que Ryan estava no meio. Ele e um garoto estavam quase se matando.

Quando me virei para olhar direito, um dos seguranças imobilizava Ryan enquanto o outro se aproveitava da situação lhe acertando um soco na cara.

- Ah, isso não vai ficar assim. - levantei com fúria, fazendo com que as vadias que estavam em cima de mim, caíssem no chão. Fui em direção onde Ryan estava.

- Solta ele agora. - ordenei para o segurança e ele me obedeceu.

Aqui todos os seguranças tem medo de mim, porque eles sabem muito bem com quem estão lidando. E eu tenho certeza que nenhum deles querem morrer tão cedo.

Olhei com raiva para o menino que tinha acertado um soco em Ryan, ele notou meu olhar e tentou me dar um soco. Só que comigo o negócio é diferente, antes que ele pudesse me acertar um soco, eu o surpreendi com um soco no estômago, o fazendo cair no chão e se contorcer de dor. Em seguida o segurei para que Ryan o acertasse. Ryan se vingou dando vários socos e chutes no garoto, o garoto ficou caído no chão, e nós fomos embora da boate já que arrumamos a maior confusão.

Chris e Chaz foram embora.

- Porra você só arranja merda. - disse irritado. - Era pra gente estar se divertindo.

- Foi ele quem começou. - Ryan disse se defendendo.

- A gente mal chegou. - bufei.

- Relaxa bro, ta rolando um racha á exatamente duas ruas daqui. - disse Ryan.

Amy’s POV

Eu estava curtindo muito, já tinha feito um monte de apostas com alguns meninos que conheci, tínhamos apostado em qual carro iria ganhar, e eu sempre vencia.

Meu celular apitou e eu pude visualizar uma mensagem de Taylor avisando que não poderia mais vir para o racha, respondi a mensagem e guardei o celular no bolso.

- Amiga, você promete pra mim que vai ficar aqui e vai curtir até o final ? - Julie perguntou aflita.

- Porque diabos você está me perguntando isso ? - perguntei confusa.


- Porque.. - ela apontou em direção ao outro lado da pista. - parece que o Bieber acabou de chegar.