terça-feira, 17 de setembro de 2013

Forbidden Love - 4º capítulo



Amy’s POV


A claridade das janelas invadia todo o meu quarto, aos poucos fui abrindo os olhos, espreguicei-me e quando olhei meu celular, notei que já se passava de 11 horas da manhã.

- Merda. - bufei. Tinha me esquecido totalmente que Taylor viria aqui hoje.

Levantei-me ainda tonta. Segui para o banheiro, fiz minha higiene matinal, vesti um short jeans e uma blusa básica, em seguida fiz uma trança de lado em meu cabelo deixando a franja caída sobre minha face, dando uma aparência bonita.

Antes que eu descesse pra comer algo, resolvi discar o número de Taylor, no segundo toque ele atendeu.

- Taylor ?


- Quem é ? - ele perguntou.

- Eu não estou acreditando que você não tem mais o meu número. - protestei.

- Eu estou brincando com você pequena - ele ria - é claro que eu tenho seu número aqui.

- Por alguns segundos pude acreditar que você tinha me esquecido. - disse manhosa.

- Esquecer você ? Nunca, impossível.

- Eu sei que sou muito importante pra você. - disse me gabando. - mas te liguei por um motivo.

- O que foi ?

- Meu pai mandou te chamar, ele disse que quer te dar as boas vindas, já que você está de volta.

- O Senhor Thomas querendo me dar boas vindas ? - ele parecia muito confuso.

- Parece que sim. - disse rindo.

- Tudo bem, daqui a pouco estou aí, beijos pequena.

- Beijos.

Joguei meu celular em cima da cama, e fui em direção a cozinha.
- Hm, que cheiro bom. - Disse entrando na cozinha.

- Pensei que não ia acordar mais hoje. - Maria disse rindo.

Maria é a empregada da casa, e eu a considero muito. Já perdi a conta de quantas inúmeras besteiras eu fiz e ia choramingar no colo dela. Ela é uma ótima conselheira e uma ótima amiga.

- Eu ainda não sei como consegui dormir tanto. - disse abrindo a geladeira e pegando um copo de suco.

- Vou por a lasanha pra você, tudo bem ?

- Não Maria, eu vou esperar por Taylor.

- Tem certeza ?

- Tenho. E meu pai, onde está ?

- Ele acordou cedo hoje, e está na piscina até agora.

De repente escutei vozes masculinas que vinha do lado de fora, Taylor devia ter chegado e estava conversando com meu pai.

- Boa tarde papai. - disse me aproximando da área da piscina, onde se encontravam ele e Taylor.

- Não está mais magoada comigo ? - meu pai perguntou olhando meu semblante feliz, como se não houvesse acontecido nada na noite passada.

- Não papai, você me ensinou desde pequena, que não devemos guardar magoas de ninguém, ainda mais de quem a gente ama. - Vi um sorriso largo e sincero brotar em seu rosto e isso me deixou orgulhosa.

- Boa tarde Taylor. - disse finalmente indo em sua direção e pulando em seus braços.

- Boa tarde pequena. Eu estava com saudades.

- Eu também, vamos pai, vamos Taylor, o almoço já está pronto.

Eles assentiram, e em pouco tempo já estávamos todos sentados na mesa almoçando. Conversávamos e falávamos de tudo, meu pai se divertia com as piadas que Taylor contava, era bom ver ele feliz.

E por um breve momento, eu me lembrei de como era bom almoçar em família e se divertir com os dois homens da minha vida, meu melhor amigo e meu pai.

Assim que acabamos de comer, meu pai saiu e pediu que Taylor o acompanhasse até o escritório.

Achei estranho o fato de o meu pai chamar Taylor no seu escritório, tinha alguma coisa errada.

Estava assistindo um programa de humor na TV, o mesmo que meu pai costuma ver sempre, e eu não estava achando graça nenhuma, aquilo era patético. Na verdade, alguma coisa estava me incomodando.

Taylor já estava no escritório com meu pai algum tempo. Cheguei até a porta do escritório, ela não estava totalmente fechada, tinha uma brecha que era suficiente para que eu pudesse ter a visão perfeita deles. Sem que eles me vissem, e eu pude ouvir um pedaço da conversa, que não me agradou nenhum pouco.

- Então Taylor, você aceita a proposta ? - meu pai perguntava.

- Eu não posso fazer isso com a Amy. - De que diabos eles estavam falando ?

- Isso é simples, você só tem que passar um tempo a mais com ela e evitar que ela saia frequentemente, e evitar que qualquer garoto chegue perto dela. E toda vez que ela for à alguma festa sem minha permissão eu quero que dê um jeito de trazê-la para casa imediatamente. E eu a quero longe daquela amiga, a Julie. Eu quero tirá-la a liberdade aos poucos. Mais ela não vai perceber nada, afinal, você é amigo dela, é só arranjar uma desculpa.

- Como um segurança ?

- Sim, essa não é sua nova profissão ? Mais ela não pode saber. Eu só quero minha filha perfeita de volta.- Eu não posso fazer isso com Amy, eu não posso tirar seu direito de se divertir, eu não posso engana-la, eu não vou tirar sua liberdade.

- 200 mil. - meu pai disse lançando uma maleta de dinheiro em cima da mesa.

- Desculpa de desapontar, mais não posso trair a confiança de Amy.

- Todo mundo sabe que você é apaixonado por ela.

- É mais parece, que ela nunca percebeu isso. - Taylor dizia com um semblante triste.

- Eu nunca pensei que diria isso, mais essa é sua chance,de conquistá-la, eu sei que você é um bom garoto.

- Eu a amo e ainda vou conquistá-la, mais não desse jeito. Lamento Sr. Thomas.

Eu não sabia o que era pior, meu pai tentando comprar Taylor para me tirar o direito de ser feliz, ou descobrir que melhor amigo me ama e eu nunca notei isso.

Antes mesmo que Taylor desse as costas para vir em direção à porta, entrei no escritório batendo palma pelo o que eu tinha acabo de ver.

- Parece que eu sou mesmo ingênua né papai ? - disse com ironia e fúria nos olhos.

- Filha, você.. - ele estava nervoso.

- Sim papai, eu ouvi tudo. - não consegui me conter e eu gritava descontroladamente - PARECE QUE VOCÊ NÃO ESQUECEU A IDÉIA DE TER UMA FILHA PERFEITA, NÃO É MESMO ?

- Eu só quero te proteger. - meu pai dizia tentando me acalmar.

- ME PROTEGER ? - peguei um vaso de flores de vidro que ficava em cima da mesa e o arremessei no chão fazendo com que ele se transformasse em pequenos cacos de vidros espalhados por toda a sala. - TIRANDO A MINHA LIBERDADE ? OLHA A QUE PONTO CHEGAMOS, VOCÊ QUER QUE EU FIQUE LONGE DE JULIE, O QUE JULIE FEZ DE ERRADO ? - a raiva estava evidente em meus olhos, eu gritava cada vez mais.

- Se acalma.

- É SÓ ISSO QUE VOCÊ SABE DIZER, ANDA, ME RESPONDA O QUE JULIE FEZ ?

- Eu só acho que ela é uma má influência pra você.

- MÁ INFLUÊNCIA ? ELA NUNCA ME FEZ MAL, TUDO O QUE EU FAÇO É POR LIVRE E ESPONTÂNEA VONTADE. - respirei fundo e voltei ao meu estado normal. - Só pra constar, eu nunca vou ser a filha perfeita, acho bom você tirar essa ideia da sua cabeça o mais rápido possível, e outra, eu vou continuar saindo pra me divertir quantas vezes for necessário, e Julie ? - fiz uma pausa. - Bom, Julie sempre será minha amiga você querendo ou não.

Saí imediatamente daquele escritório, eu estava tão nervosa, Taylor estava na sala e Maria me olhava assustada. Saí por aquele portão furiosa e algumas lágrimas já se formavam em meu rosto.

- Onde pensa que vai ? - Taylor dizia correndo atrás de mim.

- Eu só quero ficar sozinha um pouco, me deixa.

- Olha só o seu estado, você não está em condições de sair por aí sozinha.

- Está tudo bem Taylor. - forcei um sorriso.

- Tem certeza ? - ele me abraçou por um longo segundo. - Qualquer coisa, qualquer coisa mesmo, me liga, ok ?

Assenti com a cabeça, e saí andando por aquelas ruas, eu só queria esquecer um pouco tudo que aconteceu.

Eu caminhava por umas ruas e nem sabia onde estava. As lágrimas ainda insistiam em inundar minha face.

Minha cabeça estava tão confusa, como meu pai pode fazer isso comigo ? E Taylor ? Como eu nunca reparei que ele gostava de mim, que idiota eu sou. Sinto que agora nossa amizade não será a mesma, tudo bem, eu sempre reparei alguns olhares estranhos dele pra mim, mais nunca imaginei que ele era apaixonado por mim.

As horas tinham se passado muito rápido e já estava escurecendo. E neste exato eu passava por uma rua totalmente escura, com um matagal do lado esquerdo, na verdade era uma estrada, eu sentia muito medo, abracei meu corpo e continuei andando. A única coisa que eu queria era voltar para minha casa e passar o dia inteiro trancada no meu quarto sozinha.

Ouvi alguns passos atrás de mim, me olhei pra ver o que era e me deparei com um velho barbudo, com aparência suja. Ele vinha em minha direção e mantinha um sorriso diabólico em seu rosto. Aonde eu fui me meter ? Apertei meus passos, mais foi em vão, ele foi mais rápido que eu.

- Quietinha. - ele disse me segurando por trás e tampando minha boca para que eu não gritasse.

Ele me arrastou para aquele matagal, aqueles matos grandes e secos batiam em mim, e eu sentia cada um deles cortarem minhas pernas. Eu me debatia, tentava lutar contra aquilo todo tempo. Mais ele era mais forte que eu. Ele me segurava com brutalidade, e quando eu ameacei a gritar, ele me deu um soco no rosto.

- Eu disse pra você ficar quieta vadia. - ele disse em um tom ameaçador.

- Por favor, não faça nada comigo. - eu estava desesperada.

- Se você cooperar comigo, poderá ser melhor mocinha.

- Por fav…- ele tocou aqueles lábios sujos no meu e eu só conseguia sentir nojo e medo.

Suas mãos entraram por dentro da minha blusa apertando meus seios de forma com que me fez gemer de dor, mais ele não se importava, ele parecia se divertir com aquela cena. Em um movimento brusco ele rasgou toda a minha roupa, me deixando apenas de calcinha e sutiã.

Dei um chute em seu membro o fazendo se contorcer de dor. Comecei a ouvir barulho de um carro que passava na estrada e eu não pensei duas vezes em sair correndo daquele matagal antes que o velho barbudo se recuperasse e me alcançasse.

- SOCORRO, SOCORRO, ME AJUDA ! - eu gritava desesperada enquanto o velho já tinha se recuperado e vinha em minha direção furioso.

- SOCORRO, POR FAVOR, ALGUÉM ME AJUDA !

Eu já tinha alcançado a pista novamente. Vi um cara em uma Ferrari branca me olhar pelo retrovisor e em seguida dar ré. Agradeci a Deus de todas as formas por aquele cara ter escutado meus gritos. A Ferrari parou do meu lado, em seguida o velho barbudo me alcançou, e antes que ele pudesse fazer algo, o dono do carro foi mais rápido que ele e lhe acertou um soco no estômago, o que fez com que ele gemesse de dor. O dono do carro veio em minha direção, retirou sua jaqueta e colocou sobre o meu corpo já que eu estava apenas de peças íntimas, ele me colocou no banco carona, em seguida ele voltou até o velho barbudo.

Eu estava reconhecendo aquelas tatuagens, eu estava reconhecendo aquele sorriso divertido enquanto o velho perdia perdão, mas estava tão em choque que não tinha percebido que era ele. - abri um sorriso o vendo. - Era ele, Justin Bieber, e ele havia acabado de me salvar.

Depois de ter batido o suficiente no velho, achei que iríamos embora, mais Justin o fez ficar de joelhos e eu o ouvi me chamar.

- Amy, Amy ? - ele me chamava.

- Oi - disse saindo do carro e indo em sua direção.

Ele me olhou com pena, depois voltou a olhar o velho com raiva, havia muita fúria em seus olhos.

- Então, você gostava disso certo ? De abusar de meninas indefesas ?

- Desculpa senhor.

- Você não tem que pedir desculpa pra mim, tem que pedir pra ela. - Justin olhou em minha direção e eu balancei a cabeça negativamente.

- Parece que ela não aceitou suas desculpas. AGORA REZA FILHA DA PUTA. - Justin disse sacando uma arma da sua cintura.

Fechei os olhos e ouvi 3 disparos, meu coração palpitava cada vez mais forte. Uma pessoa tinha acabado de ser morta na minha frente. Quando abri os olhos pude ver o corpo estirado no chão.

(...)

Já estávamos dentro do carro e Justin parecia mais tranquilo, eu ainda não conseguia pronunciar uma palavra. Ele discou um número e pediu ao um tal de Chaz que limpasse o serviço que ele havia acabado de fazer. Ele jogou o celular em qualquer canto e direcionou seu olhar para mim quebrando o silêncio que havia dentro do carro.

- Você está bem Amy ? - ele perguntou apreensivo.

- Vou ficar. - forcei um sorriso.

- Ele fez algo contra você ?

- Não, felizmente você apareceu aqui antes de acontecer uma tragédia.

Em uma atitude inesperada eu depositei um beijo molhado no rosto de Justin em forma de agradecimento e ele me olhou sem graça. Eu estava adorando o ver preocupado comigo, e outra, ele matou um cara por minha causa ? É isso mesmo.

- Obrigada, obrigada por tudo. - disse o encarando.

Durante o percurso, todas as vezes em que eu o encarava, ele desviava e voltava seus olhos para a estrada.

(...)

Estava deitada no quarto de hóspedes, foi difícil convencer Justin de me trazer com ele. Eu expliquei que a situação na minha casa não andava bem, depois de muito custo ele resolveu me trazer.

Eu estava vestindo uma blusa e uma sunga boxer, ele havia me dado para que eu tomasse um banho, já que eu estava precisando.

Fiquei rolando o tempo todo na cama, e por mais que eu tentasse eu não conseguia dormir. Pra falar a verdade, eu não conseguia tirar ele da cabeça.

“O que será que Justin está fazendo agora, será que ele já está dormindo ?”

Deixei meu orgulho de lado e fui á procura dele, segui pelo corredor e achei um quarto, a porta estava meio aberta, entrei com cuidado mais ele não estava lá.

Eu tinha certeza que aquele quarto era dele, seu cheiro estava espalhado por todos os lados, deitei em sua cama, agarrei o travesseiro afundando minha cabeça e respirando seu perfume que estava impregnado ali. Era como se eu estivesse abraçando Justin, era como se ele estivesse ali. Fiquei fitando o teto por alguns segundos e me peguei sorrindo.

- O que você está fazendo aqui ? - Justin perguntou grosso, ele estava na porta do quarto.

Acabei de crer que esse menino é bipolar. Cadê o Justin amável de minutos atrás ?

- Eu só, eu só... - não sabia o que falar. - Ah, eu só vim te desejar boa noite.

Justin estava apenas com uma sunga boxer, suas tatuagens estavam todas a mostra, seus músculos me chamavam atenção, seu cabelo estava bagunçado e isso o deixava sexy. Eu não conseguia parar de olhar, eu disfarcei mais foi em vão.

Levantei-me rapidamente e fiquei parada em sua frente esperando ele me dar passagem para que eu voltasse pro meu quarto. Ele continuava bloqueando a minha passagem.

Eu o olhei, e dessa vez ele não desviou o olhar, seus olhos brilhavam e estavam fixos nos meus, nossas respirações estavam próximas e eu podia sentir seu hálito quente. Justin imediatamente depositou uma de suas mãos em mim colando nossos corpos, eu sentia todo meu corpo se arrepiar, eu precisava daquilo, eu precisava daquele beijo.

Em um momento pensei em me afastar, mais já era tarde de mais.

Justin tinha total controle sobre o meu corpo e eu já estava totalmente entregue á ele.

Ele colou nossos lábios. Minha boca deu passagem para sua língua e logo nossas línguas se roçavam intensamente, nossas bocas se uniam de uma forma bruta, mas ao mesmo tempo maravilhosa. Logo, senti suas mãos descendo até minha cintura a apertando e me fazendo dar um gemido baixo.

Ele me jogou na cama, e em seguida se jogou em cima de mim, equilibrando seu peso para que não me machucasse. Justin tirou minha blusa e ficou encarando meus seios de tal forma que me fez ficar sem graça. Ele os apertou em seguida começou a chupá-los.

- Justin. - o interrompi. - preciso te contar uma coisa.

- O que foi ? - ele perguntou assustado.

- Eu sou virgem.

- Eu não devia estar fazendo isso. - ele disse saindo de cima de mim. - Desculpa.

- Não, tudo bem. - respirei fundo. - Eu quero isso tanto quanto você !

O puxei de volta, ele sorriu e voltou a sua posição anterior, ele começou a massagear meus seios e ele me beijava intensamente, agora era um beijo calmo e tranquilo.

Eu e Justin já estávamos nus, sua língua passeava pelo meu pescoço e um de seus dedos se encontrava dentro da minha intimidade. Enquanto ele fazia movimentos de vai e vem com seu dedo, eu soltei um gemido, o que pra ele foi satisfatório.

Senti seu membro endurecer, e ainda sem jeito me arrisquei a passar a mão, ele riu com a minha inexperiência e guiou minha mão até seu membro me ajudando a fazer os movimentos como deveria.

Justin já havia me deixado louca eu precisa o sentir dentro de mim.

Então ele depositou seu membro devagar em mim para que eu não sentisse tanta dor, ele era totalmente cuidadoso.

No começo doeu um pouco mais depois eu estava gostando daquilo. 
Justin começou a acelerar o ritmo de seu membro dentro de mim. Era como se uma porção de adrenalinas percorresse todo o meu corpo. Eu gostava da ideia de ter Justin dentro de mim.

Justin me entocava com força, e aquilo me fazia contorcer de prazer. Ele deu uma pausa e começou entocar mais fundo e eu soltei um gemido alto. Pude ver um sorriso satisfatório quando ele me ouviu gemer.

- Vai Justin, vai, mais rápido. - disse entre os gemidos.

Ele parou de fazer qualquer movimento.

- Repete. - ele estava me torturando.

- Mais rápido, por favor.

Ele começou a me entocar rápido, o que fez com que nós dois nos contorcêssemos de prazer.

Cheguei a o ápice e senti minha intimidade mastigar seu membro. Justin sorriu vendo que eu tinha chegado ao meu limite, em seguida ele também chegou ao seu limite.

Senti seu líquido quente me invadir e era uma sensação muito boa.

Ele permaneceu dentro de mim por alguns segundos e em seguida se jogou na cama.

Um silêncio absoluto reinava no quarto.

Aconcheguei-me em seu colo e ao contrário do que pensei, ele não recuou, ele pôs um de seus braços em minha volta me puxando pra mais perto, e desse jeito adormecemos.

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